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97 UM ANO FRANCAMENTE POSITIVO

   Depois de mais de um mês de Blackout, resolvi, hoje, fazer uma pequena revisão dos acontecimentos que têm passado algo despercebidos , na Marinha Grande e no País.

   É curioso, reparar que todos fazem, ou já fizeram um pequeno balanço musical do ano transacto. Mas ainda ninguém falou sobre a música Marinhense de 97, que é aquela que nos toca primeiro.

   1997, foi sem dúvida um ano muito positivo, para a música Marinhense.

   Nuno Brito, foi quem mais frutos colheu, certamente. No dia 7 de Março, representou a Marinha Grande no Festival da Canção. Agora já no fim do ano, foi ao programa televisivo, apresentar o seu trabalho a solo, levando consigo mais dois músicos Marinhenses, João Barosa e Bruno Lemos. E no fim de semana seguinte, juntou novamente este trio, mais o João Baroseiro, e foram a Leiria vencer tudo o que havia para ganhar no VIII Festival da Canção Jovem, tendo agora a oportunidade de representar Leiria, num Festival a nível Nacional, que irá decorrer em Fátima.

   Também a Orquestra Juvenil da Marinha Grande, resolveu sair à rua no ano de 97, marcando-o com mais um orgulho Marinhense. Este é um esforço da Câmara e Junta da Marinha Grande, que dá a oportunidade a perto de uma centena de jovens, aprender música sem qualquer tipo de pagamento.

   Já numa onda mais moderna, não nos podemos esquecer da representação Marinhense na Festa do Avante, feita pelos Estado Sónico. E da nova aposta da empresa Nova Independência, que este ano trouxe vários espectáculos ao Pavilhão do Sport Império Marinhense, sempre com participação Marinhense. Foram eles os 605 Forte e os No More Rock N´Roll Business.

   Há a referir também a visita que grandes nomes a nível Nacional nos têm feito, como Rui Veloso e os Delfins.

   Fez-se pela primeira vez um jantar para os Músicos da Marinha Grande, em que se deixou a ideia de continuação. Vimos um Vieirense, entrar na ribalta, através do grande sucesso do momento, os Excesso. E por fim assistimos, a uma evolução quantitativa e qualitativa de concertos na nossa cidade.

   Por isto e não só penso que é justo considerar o ano de 97, um ano relativamente positivo. Espera-se mais, é óbvio, mas sobretudo mais e melhor. Para isso, penso que a notícia de que existe uma sala na Marinha Grande, onde se podem gravar Maquetes, poderá contribuir e muito. Agora não há desculpas para a falta de maquetes, para mostrar os trabalhos das bandas. Deixamos aqui um apreço especial para o Roadhouse Estúdio.

   Para finalizar, gostaria de incitar a visitar a sala do Partido Comunista, aos sábados, onde frequentemente se assistem a bons concertos regionais. Estas duas últimas semanas foram a prova disto mesmo, passaram por lá os No More Rock N’Roll Business, os 605 Forte e os Miúdos Ruíns, todas, bandas Marinhenses.

   Deseja-se a todos, os votos de um ano ainda melhor.